Crianças disseram lembrar de suas vidas
passadas, e a investigação científica confirmou suas lembranças.
Na Flórida, Ian Hagedorn, de 5 anos de idade, aos 3 anos começou a dizer que em sua vida passada era o avô, um policial de Nova York morto em serviço um ano antes de Ian nascer.
Na 1ª vez ele disse para sua mãe:
"Quando você era pequena e eu era seu pai, você fez muita bagunça e nunca bati em você".
Ian sofre de uma rara doença do coração.
Quando se esforça demais, fica sem ar e desmaia. Seis horas depois de nascer, enfrentou uma cirurgia cardíaca; ele passou por 6 grandes cirurgias do coração antes dos 4 anos. Ian teve um subdesenvolvimento da válvula pulmonar, isso fez com que o lado direito do seu coração não se desenvolvesse, o que causa falta de oxigênio no sangue, ele sofre de falta de ar porque pouco oxigênio vai para o cérebro e resto do corpo.
O avô de Ian faleceu devido ao rompimento de uma artéria pulmonar, causado por um tiro, a mesma artéria que provocou os problemas de Ian.
Ian demostrou saber muitas coisas sobre o avô que não tinha como saber por meios comuns, como, por exemplo, a cor dos gatos do avô e o apelido que só o avô usava para chamar um dos gatos.
Todas essas provas convenceram a mãe de Ian de que ele realmente é seu pai reencarnado.
Este é um caso que pertence à categoria dos que se baseiam, além de na lembrança da criança, em marcas e defeitos de nascença, que dão uma prova física verificável que sugere reencarnação.
"Quanto mais casos surgiram, mais marcas e defeitos de nascença surgiram. Em muitos havia uma correlação entre as marcas nas crianças e ferimentos que as pessoas tinham anteriormente. Achamos autópsias e fichas médicas para garantir que de fato condiziam."
Jim Tucker.
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