terça-feira, 30 de julho de 2013

CONTEÚDOS DAS TERAPIAS/PSICOTERAPIAS (2)

1) Recursos da Psicanálise, abordagem Junguiana 

A Psicoterapia Junguiana tem como metas terapêuticas não só a conscientização das emoções, conflitos não aceitos, expresso muitas vezes, através de sintomas doenças angústias, estress e muitos sofrimentos, suas causas, como principalmente ajudar a pessoa ao retorno de sua essência, de afeto, liberdade e bem estar, ou seja, o resgate de sua condição humana, individual, natural e sem deformações.
Algumas queixas, por exemplo: síndrome do pânico, depressão; podem exigir atuação multidisciplinar. Com o desenvolvimento da psicoterapia a pessoa recupera sua qualidade de vida.

Cada pessoa é única, ainda que, vivendo numa coletividade. O que requer do profissional um trabalho cuidadoso, afetivo e personalizado. A psicoterapia visa contribuir para que a pessoa retome o que lhe é próprio de seu temperamento que inconscientemente foi se distanciando.
À medida que ocorre a conscientização, a personalidade vai emergindo e o homem pode engajar-se assumir sua responsabilidade social. Passa a ser capaz de agir por si, somente quando existe a seu modo.

O tratamento ocorre em sessões semanais, combinado dia e horário. Conforme o diagnóstico é estabelecido o numero de sessões. Por exemplo, uma pessoa com síndrome do pânico é provável que necessite de duas sessões por semana até que os sintomas tenham diminuído. Nos casos de neurose ou de pessoas que sofrem devido à falta de sentido em suas vidas, torna-se imprescindível o trabalho de reeducação e transformação.

Na terapia Junguiana a compreensão dos sonhos são considerados como mensagens da nossa mente não consciente.
O trabalho do terapeuta e do cliente com o sonho busca ampliar a consciência de si mesmo, a integração, aceitação de aspectos desconhecidos pela pessoa, melhor compreensão das suas emoções gerando um amadurecimento, transformação e o equilíbrio da pessoa.

Procura-se alcançar superação de timidez, fobias, depressão, síndrome do pânico, insatisfação, insegurança, nervosismo, ansiedade, agressividade, descontrole. Tratamento do aspecto psicológico e emocional presente nas psicossomatizações mais comuns como gastrite, insônia, taquicardia, fibromialgia, enxaquecas, excesso de stress, problemas respiratórios e de pele; autoconhecimento, otimização dos pontos fortes; resgate ou desenvolvimento da auto-estima, desenvolvimento e utilização da inteligência emocional; favorece a vivência de relacionamentos afetivos e sexuais de forma mais gratificante; tratamento de bloqueios, contribuindo para o desenvolvimento pessoal e profissional, bem como à sua realização.

2) Recurso da Terapia: Hipnose Erickissoniana
Técnica que se fundamenta na sabedoria e riqueza da mente inconsciente – no resgate da força que vem de dentro do ser! Esta hipnose abre caminho para nossas respostas interiores, buscando ressignificar os comportamentos limitantes e ajudar a pessoa a obter alívio e cura

A hipnose é um estado de atenção focado para o que é interno. Por isso exige que o profissional possua conhecimento de psicoterapia; um razoável conhecimento de psicanálise, psicopatologia e a psicodinâmica dos problemas trazidos pelo cliente. A hipnose requer que a pessoa deseje qualidade de vida, esteja motivada e com vontade de mudar aliada à confiança de existir dentro de si os recursos para a mudança. Segundo Milton Ericksson, com a hipnose ocorre um aumento da susceptibilidade para acolher a sugestão, tendo como efeito, uma alteração das capacidades sensoriais e motoras para iniciar um comportamento mais apropriado. Indicada para a modificação dos hábitos, para auxiliar na tomada de decisões, doenças de pele, vitiligo, psoríase, dermatite de contato, gagueira, enurese, libertação de traumas e fobias (exemplos: medo de dirigir, medo de sair de casa, medo de assalto, de falar em publico, barata, locais fechados, avião). Melhoria no desempenho profissional, impotência, frigidez, superação de comportamento indesejado, instalação de recursos de excelência.

3) Recurso de Terapia: Processo de Energia Reikiana: Reiki é a arte tibetana de captar e transmitir a energia vital universal pelas mãos ampliando e restaurando o equilíbrio e a saúde física, emocional e mental de estados depressivos, de ansiedade, baixa auto estima, stress e outros, em todos os níveis, sendo reconhecida pela Organização Muidial da Saúde (OMS), órgão da ONU desde 1962, como Terapia Alternativa de Cura.

O REIKI É APLICADO SOBRE OS CHACRAS LOCALIZADOS SOBRE AS GRÂNDULAS DO CORPO FÍSICO PORQUE O QUE É CHAMADO DE DOENÇA NO CORPO FÍSICO E, APENAS, UM SINTOMA DE UMA DISFUNÇÃO NO NÍVEL DOS CHACRAS E DOS CORPOS ENERGÉTICOS. QUANDO O CORPO FÍSICO ADOECE, A DISFUNÇÃO ENERGÉTICA JÁ EXISTE MUITOS MESES OU ATÉ ANOS ANTES. A CAUSA DA DOENÇA NÃO ESTÁ NO CORPO FÍSICO, MAS NOS CHACRAS, ONDE ESTÃO OS PADRÕES MENTAIS E EMOCIONAIS, OU SEJA, A MANEIRA COMO NÓS VEMOS E REAGIMOS ÀS OUTRAS PESSOAS E AOS EVENTOS DA VIDA, GERANDO SENTIMENTOS E VIBRAÇÕES NEGATIVAS QUE BLOQUEIAM OS CHACRAS. 

As más condições emocionais geram sentimentos de vibrações negativas que refletem nos Chacras, criando assim bloqueios energéticos citados na descrição de cada Chacra.
O Reiki trabalha desbroqueando os canais energéticos, restabelecendo a normalidade e a Cura, equilibando os Chakras e, por conseqüência, as Grândulas físicas associadas do corpo físico.

SINTOMAS MAIS FREQUENTES QUE PODEM OCORRER POR DESIQUILÍBRIOS DO CHAKRAS:
A tristeza, a raiva, o desânimo, a tensão, o pessimismo, o isolamento, o medo, a desesperança, o álcool, as drogas, o fumo, o abuso de remédios e a má alimentação, todos estes fatores geram energias negativas e desestabilizam os chakras, que são os grandes pontos energéticos de nosso corpo espiritual, centro de força e de vida. Eles podem se desorganizar individualmente ou em bloco. Quando isso acontece, precisamos de ajuda. É comum buscarmos o tratamento dos sintomas físicos e psíquicos, mas desprezamos a filosofia de vida, cuja mudança só é possível quando nos voltamos para a nossa espiritualidade, ou melhor dizendo, para a expressão de nossos 4 corpos inferiores: físico, mental, emocional e espiritual, através dos quais nós nos manifestamos no mundo terreno.

Quando esses 4 corpos não se interligam de forma harmônica, temos um desequilíbrio energético que nos leva a muitas situações desagradáveis.
Assim, as terapias naturais são a chave para compreendermos nossos corpos inferiores e deles cuidarmos com muito amor e carinho.

Para refletir, a "Uma oração em cada dedo", do Papa Francisco:


1. O Polegar é o mais próximo de você. Então comece a orar por aqueles que lhe são mais próximos. Eles são os mais facilmente lembrados. Orar por nossos entes queridos é "uma doce obrigação"!

2. O seguinte é o dedo indicador. Ore por aqueles que ensinam, instruem e curam. Isso inclui mestres, professores, médicos e padres. Eles necessitam de apoio e sabedoria para indicar a direção correta aos outros. Mantenha-os em suas orações sempre presentes.

3. O próximo dedo é o mais alto. Ela nos lembra dos nossos líderes. Ore para os presidentes, governadores, prefeitos, congressistas, empresários e gestores. Essas pessoas dirigem os destinos de nossa nação e orientam a opinião pública. Eles precisam da orientação de Deus.

4. O quarto dedo é o nosso dedo anular. Embora muitos fiquem surpresos, é o nosso dedo mais fraco, como pode dizer qualquer professor de piano. Ele deve lembrar-nos a rezar para os fracos, com muitos problemas ou prostrados pela doença. Eles precisam da sua oração dia e noite. Nunca é demais para orar por eles. Você também deve se lembrar de orar pelos casamentos.



5. E finalmente o nosso dedo mindinho, o dedo menor de todos, que é a forma como devemos nos ver diante de Deus e dos outros. Como a Bíblia diz que "os últimos serão os primeiros". Seu dedo mindinho deve lembrá-lo de orar por você. Quando você estiver orando para os outros quatro grupos, suas próprias necessidades estarão na perspectiva correta, e você poderá rezar melhor pelas suas necessidades."

Fonte: www.cidade1380.am.br

segunda-feira, 29 de julho de 2013

FASES DO DESENVOLVIMENTO PSICO-SEXUAL

Na Psicoterapia Sistêmica as fases do desenvolvimento Psico-sexual são distribuídas de forma diferente da Psicanálise. Na escola de Freud é da seguinte forma : Fase oral/ fase anal/ fase fálica/ período de latência e fase genital. Já a Psicoterapia Sistêmica se apoia na teoria de Freud fazendo algumas alterações : fase oral/ fase anal/ fase fálica e recomeço na pré-adolescência da fase oral/ fase anal/ fase fálica.
Fase oral: de 0 a 18 meses
O bebê é egocêntrico, narcisista e enxerga a mãe como extensão dele ( como se fosse um adendo). Como se o mundo fosse ele ou que gira ao redor dele. Temos aqui a dependência primária : precisamos literalmente da mãe para sobreviver física e emocionalmente. E quem vai promover ou ajudar a romper com esse egocentrismo é a mãe.
A primeira separação que sofremos é com o nascimento. Saímos do nutrido, do calor e somos "expulsos". Nascemos sofrendo o processo de separação. Existem alguns bebês que resistem a esse processo de separação, porque eles percebem que não são desejados ( o não desejo de sua existência). Assim, esses bebês possuem menor resistência física e/ou emocional. Já nascem deprimidos ou com pouca pulsão de vida.
A segunda separação é quando o bebê começa a enxergar a mãe como "outra" pessoa. Ela é efetivada quando a mãe tem motivos para voltar aos outros papéis em sua vida : mulher, esposa, profissional, social.
Muitas mulheres agarram no papel de mãe porque se sentem poderosas, reconhecidas e amadas. O filho traz a vida que ela não tem. Ela vai ter um "único" filho neste momento e depois ela pode ir "segurando" os seus outros filhos sucessivamente.
O processo de separação dá-se junto com o final da amamentação. Quando a mãe começa a substituir o peito, criança e mãe sentem muito. Neste momento o bebê vivencia muito ódio, frustração, raiva, angústia, dor, ansiedade, impotência (Fase depressiva, descrita por M. Klein). E a mãe sente ansiedade, angústia, com a possibilidade do bebê não precisar mais dela.
Melaine Klein : Nesta separação, a criança vive a cisão do seio em seio bom e seio mau. Exemplo : Quando a mãe sai (seio mau), a ansiedade é muito grande. Se o bebê sabe que ela vai voltar, ele aprende a esperar. Se ela demora demais ou mesmo que ela volte, mas não está disponível, ele vive o sentimento de abandono e rejeição e se torna muito ansiogênico. ( Posição esquizo-paranóide). Mas, se também só o seio bom é ativado traz a dependência pura ou simbiose.
*** Todo esse processo é inconsciente e o ego começa a estruturar quando ocorre a separação mãe-filho.
Fase anal: de 18 meses a 3 anos e meio aproximadamente
Controle dos esfíncteres. Aqui o bebê vai aprender sobre limites. São dois movimentos : expulsão e retenção.
Retenção : ter/ segurar/ reter/ controlar/ guardar
Expulsão : doar/ eliminar/ excluir/ separar
Tem bebê que demora a reter ( faz xixi e cocô na calça) e tem bebê que fica segurando (fica dias sem fazer cocô).
Aqui estamos aprendendo o equilíbrio em dar e receber , internalizando o NÃO. Começou a ser introduzido na 1ª fase e aqui é introjetado de vez = formação do SUPEREGO.
O não é acompanhado de testes . Exemplo : "menino , não ponha o dedo aí !" Ele vai e testa. E quanto mais ele desconfia do amor do pai e da mãe, mais ele testa esta autoridade. Na verdade, a criança quer ver se pode "confiar" nestas pessoas. Ele está testando a coerência.
Aqui dá-se os primórdios do Complexo de Édipo = a criança testa a coerência e a autoridade dos pais e na verdade ele testa o AMOR. Testa também a relação do casal, se tem coerência, se o casal tem afinidades, se estão verdadeiramente juntos ou não.
Assim, a criança vai aprender o que é autoridade. O desequilíbrio é a resistência de sair do narcisismo, do egoico, da dependência.
Fase fálica : aproximadamente de 3 a 6 anos.
·  Se tudo estiver acontecendo de forma funcional, a criança "entende" que a mãe tem um outro "objeto de desejo" que é o seu pai. Neste momento que vai acontecer a "triangulação" ou a questão "edipiana".
Complexo de Édipo Funcional
O menino "seduz" a mãe . Aqui acontece a primeiro choque entre pai e filho.
O pai é que faz o corte e para isto acontecer, depende da relação estabelecida entre o casal. Essa é a oficialização do PAI INTERNALIZADO.
Aqui acontece a identificação masculina : o menino quer ficar poderoso como o pai para ter uma mulher como a que o seu pai tem. Aqui precisa de um pai tranqüilo do seu papel masculino e de um casal saudável.
** Se essa mãe for viúva por exemplo, um outro homem (tio, padrinho, avô, namorado da mãe) é que deve fazer o corte. Esse corte tem que ser feito por um homem.
Complexo de Édipo disfuncional
1º caso )
É um casal disfuncional : esse homem não tem desejo e satisfação com essa mulher. Ele pode funcionar como seu pai, filho , inimigo, sócio dela, etc.
Quando esse filho vai seduzir a mãe , ela gosta porque esse marido não corresponde a seus desejos. Então, ela elege o filho como "parceiro" e o marido não faz o corte entre essa mãe e o filho. A mulher "sobe" esse filho para o lugar de "marido" (substituindo a carência marital ).
Aqui o filho fica órfão de pai.
Hipóteses para o futuro disso :
  • esse filho pode ter muita dificuldade de relacionamento e de se entregar a outra mulher, ficando solteirão para cuidar da mãe.
  • Pode acontecer também da mãe não desqualificar o pai , embora esse homem não preencha sua carência afetiva e aí ela fica com 2 homens ( pai e filho).
  • Esse filho pode casar, mas somente com uma mulher escolhida pela mãe, que não vai roubá-lo dela. Tem que ser uma mulher forte como a mãe, mas que, enquanto estiver viva não a ameace e que quando ela morrer, essa mulher cuide de seu filho como ela cuidava.
  • Esse homem que ficar com uma mulher não escolhida pela mãe, "brocha" na cama ou tem pouco desejo por essa mulher porque sente que está traindo a mãe.
2º caso)
A primeira tendência é a mãe fazer do filho o seu "marido".
Essa mãe faz dois papéis : de mulher do filho e de pai do filho, querendo o ensinar a ser homem.
  • A grande hipótese do homossexualismo é aqui. O filho vai seduzir a mãe, e não tem ninguém para fazer o corte ( um homem), então, sobrou para ele se identificar com a mãe. Ele cria uma resistência por mulher, porque foi uma própria mulher (sua mãe) que tentou ensiná-lo a ser homem.
  • Essa mãe, na verdade, acha muito bom que seu filho não tenha "outra" mulher. Ele pode até transar com quantos homens quiser, mas nunca com "outra" mulher.
  • Aqui também, pode acontecer dele ficar com raiva de mulher ( e não ser homossexual). Ele até transa com elas, mas não vincula, porque ele está casado com a mãe (fica solteirão).
3º Caso)
*** Esse casal está feliz de ser assim : pai ( gênero masculino, papel feminino) e a mãe ( gênero feminino, papel masculino). Aqui não existe angústia, dor. Eles estão satisfeitos com seus papéis.
Então, por instinto o filho seduz a mãe, o pai não faz o corte. É a própria mãe que faz isso , porque ela tem a função masculina do casal e porque ela já tem o seu namorado ( que é o marido) .
Assim, a mãe não impede que o filho faça a identificação com o pai, porque eles (o casal) têm uma boa relação afetiva. Esse filho se identifica com o pai e vai buscar uma mulher forte como a mãe.
O filho não será homossexual e será um homem mais sensível ( como o pai) e vai viver como seus pais vivem : felizes ! Esta família não é tão disfuncional.
4º Caso)
Esse casal vive essa troca de papéis, mas a mulher vive muito incomodada e diz :
- "Seu pai é um banana!"
Então, a mãe não deixa o filho se identificar com o pai. Ela sutilmente diz :
  • "Não seja igual a seu pai que é um banana ! Seja igual a mim que sou forte !"
  • Aqui o homossexualismo também é uma grande possibilidade.
  • Assim, ele é homem (gênero masculino) , seu papel de identificação ( que é a sua mãe) é masculino, ele vai buscar um homem, no papel feminino (como o pai). Ou seja, vai buscar uma figura feminina no gênero masculino, porque o feminino está no pai (no homem). Houve uma "truncagem" edipiana.
Sobre o homossexualismo masculino :
O homossexualismo (tanto o masculino quanto o feminino) é um assunto polêmico e não tem regras do tipo: quando acontece isso, então dá-se o homossexualismo. Pode ser que sim e pode ser que não. Na verdade, cada caso é um caso.
96 % dos homossexuais são de gênero masculino, papel masculino e com desejos e práticas homossexuais. Esses homossexuais não querem deixar de ser homens. Eles querem ser homens, só que desejam um outro homem. Somente 4% dos homossexuais possui transtorno de gênero. Ou seja, são homens que têm desejo de ser mulher . Eles se sentem como mulher , não se adaptam internamente e por causa disso são mais agressivos. Aqui o componente suicida é muito forte, porque são muito depressivos ou com fortes traços depressivos. Outros psicotizam, porque não dão conta de lidar com a realidade díficil que é ter um corpo masculino e o sentimento de ser mulher .
Os casos de transtornos de gênero ( travestis, transexualismo, bissexualismo, etc), são casos mais especiais ainda e que cada um deverá ser melhor entendido. Como por exemplo : se um pessoa com transtorno de gênero fizer um cirurgia para trocar de sexo, não quer dizer que vai fazer uma escolha heterossexual. Poderá ser também uma opção homossexual.
Uma grande parte dos homossexuais não-assumidos são casados e têm filhos. Esses homens buscam travestis (que é o estereótipo de mulher), mas na hora da cama, eles fazem o papel passivo. Eles têm práticas heterossexuais, só que eles têm desejos homossexuais. Muitos deles, ainda, são machões e odeiam gays. Eles jamais assumem a sua homossexualidade ou sequer tomam consciência dela. Têm Homofobia : medo do homossexualismo.
Complexo de Electra funcional ( dos 3 aos 6 anos aproximadamente)
A menina seduz o pai, e quem vai fazer o corte é a mãe (se o casal é funcional). A mulher diz para a filha : - Ele é seu pai e é meu marido, meu namorado !
Neste primeiro momento existe a coalizão da filha com a mãe, mas no segundo momento essa filha faz uma aliança com a mãe (passa batom, põe sapato da mãe). Aqui fechou o complexo de Electra.
No complexo de Édipo, o primeiro amor do filho é heterossexual (a mãe) e ele disputa com o pai. Já na questão feminina (Electra), o primeiro amor é homossexual (a mãe), por volta dos 3 anos instintivamente ela se apaixona e seduz o pai, ou seja, trai seu primeiro amor que é a mãe. Aqui aparece um sentimento de culpa que todas as mulheres carregam para o resto da vida. A mulher sempre tem uma grande culpa em relação às suas mães, com muitas dificuldades de terem ou serem diferentes de suas mães. Muita mulher não sai desse débito, dessa culpa e muitas vezes ela busca uma relação tão disfuncional ou difícil como foi a da sua mãe.
Como terapeutas, devemos ajudar às clientes a fazer dois rompimentos : primeiro com o pai e depois com a mãe. Muitas vezes as mulheres rompem com os pais e não conseguem romper com suas mães.
Complexo de Electra Disfuncional
Esse casal já assumiu que sua relação não é satisfatória.
Aqui a filha vai seduzir o pai e essa mãe não faz o corte, porque ela não liga (acha até bom). Ele também acha ótimo e essa filha vira a filha/esposa, a mulher que esse pai/homem desejava ter. Aqui a filha fica órfã de pai e pode acontecer envolvimento sexual, chegando às vias de fato.
O que pode acontecer com essa filha no futuro :
  • Ela pode ficar solteirona a vida inteira porque já é casada com o pai.
  • Ela pode casar com outro homem mais velho (o "pai"). Faz uma transferência, e esse homem será muito parecido com seu pai.
  • Ela pode ficar solteira (casada com o pai) assumindo todas as responsabilidades com os outros irmãos e a própria mãe vira sua filha.
  • Também pode acontecer da mãe ficar com ódio desta filha, e se tornarem rivais de fato (disputa edipiana). A mãe pune a filha pelo resto da vida, por ela ser a "queridinha do papai". Ou seja, a filha que o pai ama mais do que a própria esposa, vai ser odiada pela própria mãe. E assim, essa filha fica órfã de pai e mãe.
  • Observação : esse pai pode ter até um harém de filhas/namoradas e cada uma com função diferente no sistema.
2º caso ) :
Essa filha torna-se a mulher do pai e assim não aproxima nenhuma outra mulher dele.
Ela vai se identificar com o pai, porque não tem uma mulher para fazer o corte. Ela pode ficar muito masculinizada e pode acontecer, se houver outra filha, dessa ficar muito feminina e até ter uma 3ª irmã que vai ser a filha das duas.
Aqui pode chegar a um homossexualismo latente ou até emergente ( busca na relação com outra mulher a mãe que não teve).
Observação : Tem a mulher homossexual que ama o pai e odeia a mãe, mas tem também aquela que odeia o pai e defende a mãe que é anulada e submissa a esse pai.
3º caso)
Aqui o casal é truncado, mas é feliz. Acontece então a filha inicialmente seduzindo pai, vem o corte dessa mãe e ela vai se identificar com a mãe, que tem o papel masculino. Assim, ela poderá buscar um homem mais sensível como o pai.
Mas se o casal é truncado e não são felizes pode acontecer o seguinte:
A filha seduz o pai, a mãe pode fazer o corte, mas dizer sempre :
- Seu pai é um banana !
Isto porque esta mãe possivelmente é muito durona e tem inveja da afetividade do marido. Assim, essa filha fica com dificuldade de valorizar os homens. A mãe não era homossexual, mas a filha pode tornar-se, buscando uma companheira mais passiva. Ela poderá estar vivendo o homossexualismo para a mãe e para ela mesma.

Texto : Jaqueline Cássia de Oliveira - Curso de Prática Sistêmica - Fev/ 2002

CONTEÚDOS DAS TERAPIAS/PSICOTERAPIAS


1) Recursos da Psicanálise, abordagem Junguiana   

A Psicoterapia Junguiana tem como metas terapêuticas não só a conscientização das emoções, conflitos não aceitos, expresso muitas vezes, através de sintomas doenças angústias, estress e muitos sofrimentos, suas causas, como principalmente ajudar a pessoa ao retorno de sua essência, de afeto, liberdade e bem estar, ou seja, o resgate de sua condição humana, individual, natural e sem deformações.

Algumas queixas, por exemplo: síndrome do pânico, depressão; podem exigir atuação multidisciplinar. Com o desenvolvimento da psicoterapia a pessoa recupera sua qualidade de vida.

Cada pessoa é única, ainda que, vivendo numa coletividade. O que requer do profissional um trabalho cuidadoso, afetivo e personalizado. A psicoterapia visa contribuir para que a pessoa retome o que lhe é próprio de seu temperamento que inconscientemente foi se distanciando.
À medida que ocorre a conscientização, a personalidade vai emergindo e o homem pode engajar-se assumir sua responsabilidade social. Passa a ser capaz de agir por si, somente quando existe a seu modo.
O tratamento ocorre em sessões semanais, combinado dia e horário. Conforme o diagnóstico é estabelecido o numero de sessões. Por exemplo, uma pessoa com síndrome do pânico é provável que necessite de duas sessões por semana até que os sintomas tenham diminuído.

Nos casos de neurose ou de pessoas que sofrem devido à falta de sentido em suas vidas, torna-se imprescindível o trabalho de reeducação e transformação.

Na terapia Junguiana a compreensão dos sonhos são considerados como mensagens da nossa mente não consciente.
O trabalho do terapeuta e do cliente com o sonho busca ampliar a consciência de si mesmo, a integração, aceitação de aspectos desconhecidos pela pessoa, melhor compreensão das suas emoções gerando um amadurecimento, transformação e o equilíbrio da pessoa.

Procura-se alcançar superação de timidez, fobias, depressão, síndrome do pânico, insatisfação, insegurança, nervosismo, ansiedade, agressividade, descontrole. Tratamento do aspecto psicológico e emocional presente nas psicossomatizações mais comuns como gastrite, insônia, taquicardia, fibromialgia, enxaquecas, excesso de stress, problemas respiratórios e de pele; autoconhecimento, otimização dos pontos fortes; resgate ou desenvolvimento da auto-estima, desenvolvimento e utilização da inteligência emocional; favorece a vivência de relacionamentos afetivos e sexuais de forma mais gratificante; tratamento de bloqueios, contribuindo para o desenvolvimento pessoal e profissional, bem como à sua realização.

2) Recurso da Terapia: Hipnose Erickissoniana
Técnica que se fundamenta na sabedoria e riqueza da mente inconsciente – no resgate da força que vem de dentro do ser! Esta hipnose abre caminho para nossas respostas interiores, buscando ressignificar os comportamentos limitantes e ajudar a pessoa a obter alívio e cura
A hipnose é um estado de atenção focado para o que é interno. Por isso exige que o profissional possua conhecimento de psicoterapia; um razoável conhecimento de psicanálise, psicopatologia e a psicodinâmica dos problemas trazidos pelo cliente. A hipnose requer que a pessoa deseje qualidade de vida, esteja motivada e com vontade de mudar aliada à confiança de existir dentro de si os recursos para a mudança. Segundo Milton Ericksson, com a hipnose ocorre um aumento da susceptibilidade para acolher a sugestão, tendo como efeito, uma alteração das capacidades sensoriais e motoras para iniciar um comportamento mais apropriado. Indicada para a modificação dos hábitos, para auxiliar na tomada de decisões, doenças de pele, vitiligo, psoríase, dermatite de contato, gagueira, enurese, libertação de traumas e fobias (exemplos: medo de dirigir, medo de sair de casa, medo de assalto, de falar em publico, barata, locais fechados, avião). Melhoria no desempenho profissional, impotência, frigidez, superação de comportamento indesejado, instalação de recursos de excelência.
3) Recurso de Terapia: Processo de Energia Reikiana:  Reiki é a arte tibetana de captar e transmitir a energia vital universal pelas mãos ampliando e restaurando o equilíbrio e a saúde física, emocional e mental de estados depressivos, de ansiedade, baixa auto estima, stress e outros, em todos os níveis, sendo reconhecida pela Organização Muidial da Saúde (OMS), órgão da ONU desde 1962, como Terapia Alternativa de Cura.
O REIKI É APLICADO SOBRE OS CHACRAS LOCALIZADOS SOBRE AS GRÂNDULAS DO CORPO FÍSICO PORQUE O QUE É CHAMADO DE DOENÇA NO CORPO FÍSICO E, APENAS, UM SINTOMA DE UMA DISFUNÇÃO NO NÍVEL DOS CHACRAS E DOS CORPOS ENERGÉTICOS. QUANDO O CORPO FÍSICO ADOECE, A DISFUNÇÃO ENERGÉTICA JÁ EXISTE MUITOS MESES OU ATÉ ANOS ANTES. A CAUSA DA DOENÇA NÃO ESTÁ NO CORPO FÍSICO, MAS NOS CHACRAS, ONDE ESTÃO OS PADRÕES MENTAIS E EMOCIONAIS, OU SEJA, A MANEIRA COMO NÓS VEMOS E REAGIMOS ÀS OUTRAS PESSOAS E AOS EVENTOS DA VIDA, GERANDO SENTIMENTOS E VIBRAÇÕES NEGATIVAS QUE BLOQUEIAM OS CHACRAS. 
As más condições emocionais geram sentimentos de vibrações negativas que refletem nos Chacras, criando assim bloqueios energéticos citados na descrição de cada Chacra.
O Reiki trabalha desbroqueando os canais energéticos, restabelecendo a normalidade e a Cura, equilibando os  Chakras e, por conseqüência, as Grândulas físicas associadas do corpo físico.

SINTOMAS MAIS FREQUENTES QUE PODEM OCORRER POR DESIQUILÍBRIOS DO CHAKRAS:
A tristeza, a raiva, o desânimo, a tensão, o pessimismo, o isolamento, o medo, a desesperança, o álcool, as drogas, o fumo, o abuso de remédios e a má alimentação, todos estes fatores geram energias negativas e desestabilizam os chakras, que são os grandes pontos energéticos de nosso corpo espiritual, centro de força e de vida. Eles podem se desorganizar individualmente ou em bloco. Quando isso acontece, precisamos de ajuda. É comum buscarmos o tratamento dos sintomas físicos e psíquicos, mas desprezamos a filosofia de vida, cuja mudança só é possível quando nos voltamos para a nossa espiritualidade, ou melhor dizendo, para a expressão de nossos 4 corpos inferiores: físico, mental, emocional e espiritual, através dos quais nós nos manifestamos no mundo terreno.

Quando esses 4 corpos não se interligam de forma harmônica, temos um desequilíbrio energético que nos leva a muitas situações desagradáveis. Assim, as terapias naturais são a chave para compreendermos nossos corpos inferiores e deles cuidarmos com muito amor e carinho.

domingo, 28 de julho de 2013

“Aprendendo a viver".

- Aprendi que se aprende errando
Que crescer não significa fazer aniversário. 
- Que o silêncio é a melhor resposta, quando se ouve uma bobagem. 
- Que trabalhar significa não só ganhar dinheiro.
- Que amigos a gente conquista mostrando o que somos.
- Que os verdadeiros amigos sempre ficam com você até o fim.
- Que a maldade se esconde atrás de uma bela face.
- Que não se 
espera a felicidade chegar, mas se procura por ela
- Que quando penso saber de tudo ainda não aprendi nada
- Que a Natureza é a coisa mais bela na Vida.
- Que amar significa se dar por inteiro
- Que um só dia pode ser mais importante que muitos anos.
- Que se pode conversar com estrelas
- Que se pode confessar com a Lua
- Que se pode viajar além do infinito
- Que ouvir uma palavra de carinho faz bem à saúde.
- Que dar um carinho também faz...
- Que sonhar é preciso
- Que se deve ser criança a vida toda
- Que nosso ser é livre
- Que Deus não proíbe nada em nome do amor.
- Que o julgamento alheio não é importante
- Que o que realmente importa é a Paz interior.

"Não podemos viver apenas para nós mesmos.
Mil fibras nos conectam com outras pessoas;
e por essas fibras nossas ações vão como causas
e voltam pra nós como efeitos."


(Herman Melville)
Estudos de Geraldo Souza

sábado, 27 de julho de 2013

SAL GROSSO CIENTIFICAMENTE PROVADO SAL GROSSO - ONDA VIOLETA!

foto de Leveza de Ser.
SAL GROSSO ... VALE A PENA LER...

"E você pensou que era só misticismo? É não, veja!"
SAL GROSSO CIENTIFICAMENTE PROVADO SAL GROSSO - ONDA VIOLETA
Quem diria! O Sal grosso tem o mesmo comprimento de onda da cor violeta! Interessante!!! Por isso que funciona... Aproveitem! Os Poderes do Sal Grosso

O sal grosso é considerado um potente purificador de ambientes.

Povos distintos usam o sal para combater o mau-olhado, e deixar a casa a salvo de energias nefastas.
O sal é um cristal e por isso emite ondas eletromagnéticas que podem ser medidas pelos radiestesistas.
Ele tem o mesmo comprimento de onda da cor violeta, capaz de neutralizar os campos eletromagnéticos negativos
Visto ao microscópio o sal bruto revela que é um cristal, formado por pequenos quadrados ou cubos achatados.

As energias densas costumam se concentrar nos cantos da casa, por isso, colocar um copo de água com sal grosso ou sal de cozinha equilibra essas forças e deixa a casa mais leve. Para uma sala média onde não circula muita gente, um copo de água com sal em dois cantos é suficiente. Em dois ou três dias, já se percebe a diferença. Quando se formam bolhas é hora de renovar a salmoura.

A solução de água e sal também é capaz de puxar os íons positivos, isto é, as partículas de energia elétrica da atmosfera, e reequilibrar a energia dos ambientes. Principalmente em locais fechados, escuros ou mesmo antes de uma tempestade, esses íons têm efeito intensificador e podem provocar tensão e irritação.

A prática simples de purificação com água e sal deve ser feita à menor sensação de que o ambiente está carregado, depois de brigas ou à noite, no quarto, para que o sono não seja perturbado.

Já foi considerado o ouro branco (salmoura para conservar alimentos).

Os povos foram desenvolvendo técnicas de usar o sal, como as abaixo descritas:
Uma pitada de sal sobre os ombros afasta a inveja.

Para espantar o mau-olhado ou evitar visitas indesejáveis, caboclos e caipiras costumam colocar uma fileira de sal na soleira da porta ou um copo de salmoura do lado esquerdo da entrada.

A mistura de sal com água ou álcool absorve tudo de ruim que está no ar, ajuda a purificar e impede que a inveja, o mau-olhado e outros sentimentos inferiores entrem na casa.

Depois de uma festa, lavar todos os copos e pratos com sal grosso para neutralizar a energia dos convidados, purificando a louça para o uso diário.

Na tradição africana, quando alguém se muda, as primeiras coisas a entrar na casa são: um copo de água e outro com sal.
Usam sal marinho seco, num pires branco atrás da porta para puxar a energia negativa de quem entra.

Também tomam banho com água salgada com ervas para renovar a energia interna e a vontade de viver.
No Japão, o sal é considerado poderoso purificador.
Os japoneses mais tradicionais jogam sal todos os dias na soleira das portas e sempre que uma visita mal vinda vai embora.

Símbolo de lealdade na luta de sumô.
Os campeões jogam sal no ringue para que a luta transcorra com lealdade. Use esse poderoso aliado!

É barato, fácil de encontrar, e pode lhe ajudar em momentos de dificuldade e de esgotamento energético!

Modo de tomar o banho de sal grosso

Após seu banho convencional, deixe um punhado de sal grosso escorrer do pescoço para baixo, embaixo da água da ducha.

Banho de sal grosso e o antigo escalda-pés (mergulhar os pés em salmoura bem quente) têm o poder de neutralizar a eletricidade do corpo.

Para quem mora longe da praia é um ótimo jeito de relaxar e renovar as energias.

Tomar banho de água salgada com bicarbonato de sódio descarrega as energias ruins e é relaxante.

O famoso banho de assento, com água morna e bicarbonato de sódio, é excelente para a higiene íntima, pois evita infecções.

Mas no banho, o único cuidado é não molhar a cabeça, pois é aí que mora o nosso espírito e ele não deve ser neutralizado.
Uma opção que agrada muitas pessoas é colocar um punhado de sal dentro de uma meia, e repousar esta na nuca (atrás do pescoço) debaixo da ducha.
*Não são aconselháveis banhos frequentes com o sal.
Dê preferência para os banhos na fase da Lua Cheia, utilize velas no banheiro, e se quiser ativar sua intuição, apague as luzes do banheiro.

Benefícios de banhos e escalda pé com sal grosso. •


Fisiológicos:
Ajuda a desintoxicar o corpo e afastar os vírus.
Estimula a circulação natural para a melhoria da saúde
Ajuda a aliviar o pé do atleta, calos e calosidades.
Relaxa a tensão, dores musculares e nas articulações.
Ajuda a aliviar artrite e reumatismo
Ajuda a aliviar a dor lombar crônica

Benefícios estéticos:
Tira as impurezas da pele
Alivia irritações da pele como psoríase /eczema.
Alivia comichão, ardor e picadas.
Suaviza e amacia a pele• Incentiva a pele se renovar.
Ajuda a curar as cicatrizes.
Restaura o equilíbrio a umidade da pele.

Ocupacional:
Alivia o cansaço, os pés doloridos e os músculos da perna
Alivia a tensão nas mãos e punhos.
Ajuda a aliviar lesões ocorridas nas práticas esportivas.

Psicofísica:
Proporciona um relaxamento profundo
Ajuda a aliviar o estresse e tensão

quarta-feira, 24 de julho de 2013

O que a nossa vida diz de Jesus Cristo?

Em sua subida para Jerusalém e depois de um bom tempo de convivência com os apóstolos, Jesus, o Mestre, pergunta aos seus discípulos sobre o que as pessoas diziam a seu respeito. Não está preocupado em sondar sua popularidade, mas em saber se a sua Palavra encontrou acolhida no coração de todos os que o ouviam. E cada um disse o que ouviu falar a respeito de Jesus. Aos apóstolos Jesus é mais direto:- “e vocês, quem dizem que eu sou?”.


Hoje Jesus nos questiona como aos apóstolos: o que nossa vida diz a respeito d’Ele? A nossa resposta é nossa profissão de Fé em Jesus ou uma respostinha de quem ouviu falar e não conhece a pessoa? Hoje em dia as pessoas falam muito do que “ouviram por aí”, mas não demonstram convicção a respeito de Jesus ou da Igreja.


São Pedro responde em nome de todos:- “Tu és o Cristo de Deus!”, e é isso que o Pai lhe revelou; Jesus é o Cristo, o Ungido, o Messias Salvador que veio dar a vida para nossa salvação. É o Messias que vai assumir a Cruz e que na cruz mata o mal e a morte.


Não podemos repetir a resposta de Pedro, ou melhor, ela será superficial se não tivermos uma experiência de encontro pessoal com Jesus Cristo na sua Igreja; se não nos encontramos com Jesus e com os irmãos na celebração da Eucaristia, se não ouvimos a sua Palavra, por mais que a história fale de Jesus, não saberemos responder quem Ele é para nós; que lugar ocupa em nossa vida.


O mundo de hoje que ver nós cristãos, na sua vida a resposta concreta que Jesus dirige a cada um de nós. O que você responderia? O que a nossa vida diz de Jesus Cristo?

Pe.joao paulo ferreira ielo
padrejoaopaulo.ielo@hotmail.com