postado por Geraldo de Souza
Eu
gostaria de elucidar esse tema de uma maneira informal, mas lógica, para que
todos possam compreender e abrir seus níveis de permissão para começar a
respeitar e aceitar as reações de uma pessoa deprimida. Embora a depressão seja
um estado psíquico bem aceito socialmente, ele não é bem elaborado pelas
pessoas que convivem com o deprimido.
Como a raiva elimina o veneno que mantém a pessoa
atrelada à depressão
Depressão é uma de-pressão,
uma forte pressão para baixo, uma repressão emocional muito profunda, que gera
um sofrimento psíquico incalculável e mal compreendido para quem nunca a
sentiu.
Eu gostaria de elucidar esse
tema de uma maneira informal, mas lógica, para que todos possam compreender e
abrir seus níveis de permissão para começar a respeitar e aceitar as reações de
uma pessoa deprimida. Embora a depressão seja um estado psíquico bem aceito
socialmente, ele não é bem elaborado pelas pessoas que convivem com o
deprimido.
Mecanismo
O mecanismo da depressão
revela o fruto de uma agressão contra si mesmo: ela nasce da raiva reforçada pela
auto-aversão. Essa raiva, por sua vez, nasce quando o indivíduo não consegue se
proteger de algo que seu sistema psíquico define como uma agressão ou ferimento
ao seu senso de justiça, à sua identidade. Ele passa então, a agredir a si
mesmo por não conseguir se defender do mundo externo. A depressão é fruto de um
trauma ou dilema não vivido, e por isso começa a envenenar seu portador.
O papel da raiva
É preciso que as pessoas
comecem a compreender e aceitar, que jogar esse veneno para fora através da raiva,
que é a própria raiva não elaborada, essa raiva que mora dentro, é salutar para
quem sofre de depressão. Sua raiva precisa ser redirecionada para fora. Somente
quando ela pode ser vivida, exprimida, compreendida, existe a possibilidade
dela ser diluída. Depois é possível sentir alegria, pois há espaço. Há
possibilidades. Há virtude. Há Vontade.
Terapia para depressão
Por
essa razão, no set terapêutico psicanalítico, o indivíduo é incentivado a se
angustiar para sentir raiva, afim de fazer aflorar o afetamento que gerou a
raiva dirigida contra si mesmo, e limpar seu eixo de conexão com sua alma.
Depois que o deprimido consegue olhar para sua própria raiva com lucidez, ele é
capaz de elaborar algo a respeito de si mesmo e do que sente, e ressignificar
sua história, deixando de repetir o velho padrão. Somente neste ponto, a
terapia começa a funcionar em termos de “otimismo”.
Um indivíduo deprimido não
responde bem ao otimismo. Isso o deixa mais deprimido ainda. Ele precisa
expressar o que sente e o que mais tem dificuldade de mostrar ao mundo, pois
sente medo de ser rejeitado se mostrar algo que tire o outro de sua zona de
conforto. Ele precisa ser encorajado a sair de sua depressão, a convite do seu
terapeuta.
É necessário um incentivo ao
deprimido, no sentido de mostrar que ele tem apoio para demonstrar suas
verdadeiras emoções e dilemas, e que não será rejeitado por isso.
O papel da família
Argumentos de familiares que
tentam ajudar o deprimido, podem jogá-lo ainda mais fundo em sua depressão – e
levá-lo ao suicídio. Argumentos que não ajudam o deprimido:
·
“A vida é tão bela”;
·
“Tem gente pior que você”;
·
“Você precisa ser mais esforçado, olhe fulano de tal, como
saiu da depressão!”
Tais
argumentos são extremamente venenosos para uma pessoa em depressão. A não ser
que você deseje realmente matar essa pessoa, não diga isso a um deprimido. Ao
contrário, converse com o terapeuta que atende seu familiar em depressão e
ofereça-lhe sua segurança, seu apoio naquele momento delicado de sua vida,
mesmo que seja apenas para fazer-lhe companhia e não dizer nada. Tenha a
humildade para ser apenas o ouvinte.
Item 1- Estudos de Geraldo de Souza
Site:
_________________________________________________________________________________Item 2 - Sintomas de um psicopata:
Sintomas de um psicopata? caracteristicas que uma pessoa psicopata apresenta.
Melhor resposta - Escolhida por votação
A psicopatia é uma doença que atinge cinco milhões de
brasileiros, dentre eles profissionais liberais, magistrados, políticos,
líderes religiosos e executivos. Todos eles sofrem do mesmo problema: uma total
ausência de compaixão, nenhuma culpa pelo que fazem ou medo de serem pegos,
além de inteligência acima da média e habilidade para manipular o que está a
sua volta, em especial os septuagenários.
Para a Organização Mundial da Saúde eles (os psicopatas) têm uma doença, ou
melhor uma deficiência que não tem cura. O nome mais conhecido é psicopatia,
mas também se usam os termos sociopata e transtorno de personalidade
anti-social.
A maioria dos psicopatas não são assassinos. Eles andam pela sociedade como
predadores sociais, rachando famílias, destruíndo as suas famílias, embora
sempre ponham a culpa nos outros, se aproveitando de pessoas vulneráveis, em
especial daquelas que buscam o poder e a fama a qualquer custo.
Não é fácil identificar um psicopata. Isto porque eles não têm crises como os
doentes mentais. Por outro lado, têm como atributo número um mentir o tempo
todo, com todo mundo, inclusive com eles mesmos. O que diferencia o psicopata
de “todo o mundo” é que um erro não faz com que ele sofra. Sempre vai ter uma
desculpa. É sempre é a vítima. Ele acha que é imune a punições, só os outros
devem ser punidos. Psicopata que se preza se orgulha de suas mancadas, porque
eles tratam as pessoas como coisas, porque simplesmente não assimilam emoções.
Fingem que choram, que lamentam a desgraça dos outros.
Eles têm plena consciência de que seus atos não são corretos porque
dificilmente assinam documentos, currículos, memoriais, etc. Mas como não têm o
sentimento da perda, continuam destruindo tudo a sua volta, sempre com um
sorriso maquiavélico e gelado. Os psicopatas têm facilidade em lidar com as
palavras e de convencer pessoas sem personalidades definidas, os sem caráter,
os complexados e os subservientes.
Consegue se passar por policiais , médicos, advogados, aviadores, jornalistas,
sem nunca ter cursado nenhuma faculdade. Não se arrepende nem tem dor de
consciência. É frio e calculista. É mestre em colocar culpa nos outros por qualquer
coisa, para encobrir as suas falcatruas. Tem certeza de que nunca erra. É o
Salvador da Pátria e da Ordem. É a perfeição em pessoa. Não vê diferença entre
a sinceridade e a falsidade. É capaz de contar qualquer lorota como se fosse a
verdade mais cristalina. Adoram distorcer a verdade em seu benefício, posando
sempre como o coitado, o perseguido.
Faz as suas próprias leis. Não entende o que significa “bem comum”, se estiver
tudo certo para ele, não interessa como está o resto do mundo, a sua associação
de interesses comuns, os seus “amigos”, a sua família. Quando consegue a
confiança de alguém, suga até a medula. É um verdadeiro parasita ambulante.
Seja nas empresas, nas ruas, nas associações civis, morando em mansões ou num
apartamento modesto, nossos amigos com transtornos anti-sociais são
tecnicamente incapazes de frear os seus inescrupulosos impulsos.Inexistem
procedimentos para evitar que psicopatas entrem na polícia, uma instituição tão
atraente para eles, que adoram se passar por agentes ultra-secretos. Sonham em
ser um súdito da coroa, tal qual o Agente 007.
Nas escolas, os professores não estão preparados para reconhecer jovens com o
transtorno.
Também não existem tratamentos comprovados nem remédios que façam
efeito. Diante da falta de perspectiva de cura, quem conviver com um psicopata
no dia-a-dia (familiares) opta por vigiá-los, o máximo possível, ou (amigos e
conhecidos) por afastá-los do convívio associativo ou fraterno.
Você conhece, já conheceu, tem um amigo ou irmão psicopata. Cuidado você poderá
ser a próxima vítima desse verdadeiro predador social. Ele penetra em seu lar,
em sua intimidade, em sua fraternidade, com intuito tão somente de usufruir
vantagens financeiras e sociais. Conviver com ele é o fim da picada, cujos
resultados e prejuízos são irreparáveis. Quem avisa amigo é. Quem viver verá.
Nenhum comentário:
Postar um comentário